Vibração Coletiva (11/10/2017) – O que a Ofensa tem a nos Ensinar

Vibração Coletiva (11/10/2017) – O que a Ofensa tem a nos Ensinar

O que a Ofensa tem a nos Ensinar?

“Quando você se ofender com as faltas de alguém, vire-se e estude os seus próprios defeitos. Cuidando deles, você esquecerá a sua raiva e aprenderá a viver sensatamente. “Epicteto” Filósofo Grego.

A meditação sobre essa frase é o ponto de partida para direcionar nossos caminhos para uma grande transformação das nossas ações e reações nos relacionamentos e interações diários.

Quando nos sentimos ofendidos pelas palavras ou atitudes de alguém pode ser por acreditar que nós não farí­amos ou agiríamos daquela forma. Mas pare e pense um pouco. Se o que foi dito não é verdade, não nos diz respeito. Não é necessário revidar, tomar satisfações. A maledicência se encerará por ela mesma. Se houver alguma verdade no que foi dito, é necessário ter humildade para aceitar que errou “muitas vezes achamos difícil admitir que erramos” e buscar a reparação, o pedido de desculpas ou a reposição da perda gerada. Cabe, ainda, olhar para dentro de si e buscar o caminho da reforma í­ntima, da transformação do hábito negativo em virtude.

A ofensa por vezes, é consequência da presença do orgulho: imagina que tal pessoa teve a ousadia de dizer tal coisa para mim ou sobre mim. E se buscássemos não nos ofender com as coisas que ouvimos? Se transformássemos nosso coração de tal forma que não nos sentí­ssemos mais ofendidos? Não mais seria necessário perdoar as vossas ofensas, pois não mais nos sentirí­amos ofendidos.

Se tivermos consciência de que nós cometemos erros também  “e não são poucos” podemos nos tornar mais tolerantes com o outro. Se pensarmos que o outro pode estar num dia complicado, num momento difí­cil da vida que o levou a agir de forma agressiva, ou impensada e que olhando sinceramente para a nossa vida, nós podemos já ter tido o mesmo tipo de atitude, cometido o mesmo erro uma vez, ou mais, quem sabe? E se o outro cometeu um deslize por que acha que é mais esperto agindo dessa forma, ou ainda, por pura ignorância, ainda assim é possí­vel relevar e quem sabe deixar passar? O que se pede não é abrir mão de direitos, mas exercitar a harmonia, a doçura, a tolerância em busca de um mundo de paz.

Portanto amigos, vibremos por um mundo habitado por seres que busquem a expansão da consciência, que busquem seguir o exemplo do mestre Jesus que em seu momento de dor mais profunda “na carne e na alma” pede ao Pai que perdoe seus algozes, pois eles não sabiam o que estavam fazendo. Ele entendia que aqueles homens não tinham plena consciência do que faziam, eram dominados pela violência e ignorantes do amor e respeito ao próximo.

Paz e Luz!

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