* EPÍFESE: Glândula Pineal e Espiritualidade (Parte I)

Convido-os a nos determos um pouco nesta glândula, vista estar sendo a mesma, personagem principal na aproximação da ciência com a espiritualidade.

Localizada no interior do cérebro, a glândula pineal ainda é alvo de intensos estudos por parte dos cientistas, pois seu funcionamento e sua importância ainda não foram completamente esclarecidos. Produz a melatonina, um hormônio que pode influenciar a função dos ovários e testículos e também pode ajudar a controlar os padrões de sono e vigília de um indivíduo. A ciência apesar dos constantes e avançados estudos na busca da real função orgânica dessa glândula, não chegou ainda aos resultados finais.

EPÍFESE: Recebeu o nome de glândula pineal, por ter o formato de um cone de pinheiro. (Latim: pinus; pinha, forma cônica)

Localização: Glândula endócrina, situado no interior do cérebro, entre os dois hemisférios cerebrais, no alto da coluna vertebral. Exatamente no mesencéfalo, atrás das camadas ópticas, no centro do encéfalo.

Sinônimos encontrados: Sede da alma, 3ª Visão, Olho de Shiva, Antena sensitiva, 3º Olho, conarium.

Anatomia: É um corpo oval puniforme, semelhante ao da semente do pinheiro. Órgão diminuto do tamanho de uma ervilha, coloração róseo-acinzentada, peso aproximado de 100 mg, cerca de 8 x 5 mm. A pineal é inervada pelo sistema nervoso autônomo.

Fisiologia: Até algumas décadas atrás a pineal era tida como uma relíquia evolutiva remanescente, um apêndice sem utilidade.

Cordão Astral: Estudos por sensitivos projetados fora do corpo, admitem que é na pineal, atrás da nuca, que reside a ligação do cordão astral, unindo os dois corpos (soma + psicossoma) quando existe um desdobramento.

Paranormais: Necropsias feitas em sensitivos, comprovaram que a pineal é bem maior do que em pessoas normais. Na índia uma necropsia feita num hindu, comprovou ter a sua pineal, o dobro de tamanho.

A Pineal na Filosofia e Misticismo

A glândula pineal tem sido considerada – desde René Descartes (século XVII), que afirmava que nela se situava a alma humana – um órgão com funções transcendentes. Além de Descartes, um escritor inglês com o pseudônimo de Lobsang Rampa, entre outros, dedicaram-se ao estudo deste órgão.

Os defensores destas capacidades transcendentais deste órgão, consideram-no como uma antena. A glândula pineal tem na sua constituição cristais de apatita. Segundo esta teoria, estes cristais vibram conforme as ondas eletromagnéticas que captam, o que explicaria a regulação do ciclo menstrual conforme as fases da lua, ou a orientação de uma andorinha em suas migrações. No ser humano, seria capaz de interagir com outras áreas do cérebro como o córtex cerebral por exemplo, que seria capaz de decodificar essas informações. Já nos outros animais, essa interação seria menos desenvolvida. Esta teoria pretende explicar fenômenos paranormais como a clarividência, a telepatia e a mediunidade.

A Doutrina Espírita dedica-se à formulação destas explicações desde Allan Kardec (século XIX). Na obra Espírita Missionários da Luz, ditada pelo espírito de André Luiz, através da psicografia do médium Francisco Cândido Xavier, a epífise é descrita como a glândula da vida espiritual e mental. Para a Doutrina Espírita, a epífise é órgão de elevada expressão no corpo etéreo. Preside os fenômenos nervosos da emotividade, devido a sua ascendência sobre todo o sistema endócrino, e desempenha papel fundamental no campo sexual. Na mesma obra, André Luiz descreve ainda que a epífise está ligada à mente espiritual através de princípios eletromagnéticos do campo vital, que a ciência formal ainda não pode identificar, comandando as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade. Na atualidade, o assunto é estudado pelo especialista Dr. Sérgio Felipe de Oliveira. Segundo ele, a pineal seria capaz de gerar forças psíquicas a todos os armazéns autônomos do órgão.

Já na visão dos hindus, é o principal órgão do corpo, possuidor de dois chacras ou centros de energia responsáveis pelo desenvolvimento extra-físico, como receptores e transmissores de energia vital: o chacra do terceiro olho, central na testa, acima da altura dos olhos, e o chacra coronário, mais superior, também na cabeça.

A ciência constatou que esta glândula sofre modificações desde a vida uterina do ser, mutações que são observadas até os 6 ou 7 anos, “coincidindo” com as noções espíritas relativas a consolidação do processo reencarnatório, especialmente a fixação definitiva do espírito ao organismo físico.

Fontes: Compilação de Beraldo Lopes Figueiredo e Wikipédia, a enciclopédia livre.

Convido-os a nos determos um pouco nesta glândula, vista estar sendo a mesma personagem principal na aproximação da ciência com a espiritualidade.

Localizada no interior do cérebro, a glândula pineal ainda é alvo de intensos estudos por parte dos cientistas, pois seu funcionamento e sua importância ainda não foram completamente esclarecidos. Produz a melatonina, um hormônio que pode influenciar a função dos ovários e testículos e também pode ajudar a controlar os padrões de sono e vigília de um indivíduo. A ciência apesar dos constantes e avançados estudos na busca da real função orgânica dessa glândula, não chegou ainda aos resultados finais.


EPÍFESE: Recebeu o nome de glândula pineal, por ter o formato de um cone de pinheiro. (Latim: pinus; pinha, forma cônica)

Localização: Glândula endócrina, situado no interior do cérebro, entre os dois hemisférios cerebrais, no alto da coluna vertebral. Exatamente no mesencéfalo, atrás das camadas ópticas, no centro do encéfalo.

Sinônimos encontrados: Sede da alma, 3ª Visão, Olho de Shiva, Antena sensitiva, 3º Olho, conarium.

Anatomia: É um corpo oval puniforme, semelhante ao da semente do pinheiro. Órgão diminuto do tamanho de uma ervilha, coloração róseo-acinzentada, peso aproximado de 100 mg, cerca de 8 x 5 mm. A pineal é inervada pelo sistema nervoso autônomo.

Fisiologia: Até algumas décadas atrás a pineal era tida como uma relíquia evolutiva remanescente, um apêndice sem utilidade.

Cordão Astral: Estudos por sensitivos projetados fora do corpo, admitem que é na pineal, atrás da nuca, que reside a ligação do cordão astral, unindo os dois corpos (soma + psicossoma) quando existe um desdobramento.

Paranormais: Necropsias feitas em sensitivos, comprovaram que a pineal é bem maior do que em pessoas normais. Na índia uma necropsia feita num hindu, comprovou ter a sua pineal, o dobro de tamanho.


A Pineal na Filosofia e Misticismo

A glândula pineal tem sido considerada – desde René Descartes (século XVII), que afirmava que nela se situava a alma humana – um órgão com funções transcendentes. Além de Descartes, um escritor inglês com o pseudônimo de Lobsang Rampa, entre outros, dedicaram-se ao estudo deste órgão.

Os defensores destas capacidades transcendentais deste órgão, consideram-no como uma antena. A glândula pineal tem na sua constituição cristais de apatita. Segundo esta teoria, estes cristais vibram conforme as ondas eletromagnéticas que captam, o que explicaria a regulação do ciclo menstrual conforme as fases da lua, ou a orientação de uma andorinha em suas migrações. No ser humano, seria capaz de interagir com outras áreas do cérebro como o córtex cerebral por exemplo, que seria capaz de decodificar essas informações. Já nos outros animais, essa interação seria menos desenvolvida. Esta teoria pretende explicar fenômenos paranormais como a clarividência, a telepatia e a mediunidade.

A Doutrina Espírita dedica-se à formulação destas explicações desde Allan Kardec (século XIX). Na obra Espírita Missionários da Luz, ditada pelo espírito de André Luiz, através da psicografia do médium Francisco Cândido Xavier, a epífise é descrita como a glândula da vida espiritual e mental. Para a Doutrina Espírita, a epífise é órgão de elevada expressão no corpo etéreo. Preside os fenômenos nervosos da emotividade, devido a sua ascendência sobre todo o sistema endócrino, e desempenha papel fundamental no campo sexual. Na mesma obra, André Luiz descreve ainda que a epífise está ligada à mente espiritual através de princípios eletromagnéticos do campo vital, que a ciência formal ainda não pode identificar, comandando as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade. Na atualidade, o assunto é estudado pelo especialista Dr. Sérgio Felipe de Oliveira. Segundo ele, a pineal seria capaz de gerar forças psíquicas a todos os armazéns autônomos do órgão.

Já na visão dos hindus, é o principal órgão do corpo, possuidor de dois chacras ou centros de energia responsáveis pelo desenvolvimento extra-físico, como receptores e transmissores de energia vital: o chacra do terceiro olho, central na testa, acima da altura dos olhos, e o chacra coronário, mais superior, também na cabeça.

A ciência constatou que esta glândula sofre modificações desde a vida uterina do ser, mutações que são observadas até os 6 ou 7 anos, “coincidindo” com as noções espíritas relativas a consolidação do processo reencarnatório, especialmente a fixação definitiva do espírito ao organismo físico.

Deixe uma resposta